Capítulo Sampa
Fui à megalópole brasileira.
Fui recebida com frio, mas logo o sol tomou o seu lugar e o calor da baiana também ajudou a aquecer a terra da garoa.
Foram dias muito tranqüilos, bem aproveitados. Vi pessoas. Fiquei sozinha. Percorri as ruas e avenidas. Destaque para a Rua Augusta que tem um ar verdadeiro, de gente de verdade. A Paulista sempre ultra urbana, linda. A exposição interativa no Itaú Cultural. A minha família louca que mora lá. Minhas primas pequenas que me veneram!!! Minha afilhada nova que me chama de “Madinha”. O Ibirapuera. A FNAC. O Pedaço da Pizza. O Amor aos Pedaços. O Mix Brasil. Marcelos. E ela: a Praça Benedito Calixto!!!! De fato, é O lugar. É o modo de viver perfeito com pessoas de bom astral, de diversos modos de curtir a vida, de várias opções. Uma coisa meio lama de ser que vivo e acredito.
Houveram passagens engraçadas. Uma mulher que perguntou se eu era angolana. Uma menina bêbada numa festa que começou a opinar em minha conversa com meu primo. O funk surreal (ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh). O garçom que derramou álcool no chope de minha cunhada e disse que não tinha problema porque era tudo álcool mesmo (jejejeje). E uma mulher indignada que ameaçou fazer uma denúncia na GAZETA DE TATUAPÉ!
A noite paulistana ainda está em dívida comigo. Saí duas noites. Foram bem legais, mas não foram DO CARALHO. Era feriadão e a cidade estava vazia. Não tenho muita coisa pra dizer a respeito.
Maiores detalhes só ao vivo. Apesar de não haver muitas coisas a mais para acrescentar.
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Do que li no avião.
“A loucura, além de desrazão – ou precisamente por isso – é furor” – Garcia Roza

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